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Em 20 de fevereiro de 1879, nasce em Osaka aquele que se tornaria um dos pais do whisky japonês: Shinjiro Torii, o visionário fundador da Suntory.
Lá em Hiroshima, em 1894, nasce Masataka Taketsuru, o homem que levaria a destilação japonesa a outro patamar, trazendo técnicas diretamente da Escócia. Anos depois, ele seria o fundador da lendária Nikka.
Shinjiro Torii abre uma lojinha de vinhos em Osaka chamada Torii Shoten. Mal sabia ele que essa pequena empresa seria a precursora da Suntory, uma das maiores potências do whisky no mundo.
Em busca do segredo por trás do sabor único do whisky escocês, Masataka Taketsuru viaja para a Escócia. Ele aprende a arte da destilação em lugares como Longmorn e Hazelburn – e absorve cada detalhe como um verdadeiro discípulo do malte.
No mesmo ano em que se casa com a escocesa Jessie “Rita” Roberta Cowan, Masataka volta ao Japão com mais do que um grande amor – ele traz na bagagem todo o conhecimento para revolucionar a produção de whisky japonês.
Com todo o know-how de Masataka, a Suntory constrói a Yamazaki, em Osaka – a primeira destilaria de whisky do Japão. Esse é o ponto de partida de uma jornada que transformaria o whisky japonês em uma referência mundial.
A Suntory lança seu primeiro whisky, o Shirofuda (“marca branca”). Um rótulo que abriria caminho para a fama global da marca.
Masataka Taketsuru decide seguir seu próprio caminho e funda a Nikka, abrindo sua primeira destilaria, a Yoichi, em Hokkaido.
A Suntory lança o Kakubin, o famoso whisky da garrafa quadrada. Mais do que um design, o Kakubin se torna um símbolo da identidade do whisky japonês.
A Nikka apresenta seu primeiro whisky oficial, marcando para sempre a história da destilação no Japão.
A Suntory lançou o Suntory Old Whisky, o primeiro rótulo premium do Japão. Era o início de uma nova era: o Japão não estava mais só aprendendo com os escoceses — estava criando sua própria identidade de respeito no mundo do whisky.
Em Nagano, a Daikoku Budoshu fundou a destilaria Karuizawa. Anos depois, seus whiskies se tornariam verdadeiros objetos de desejo entre colecionadores e apreciadores. Hoje, Karuizawa é praticamente o “Unicórnio” do whisky japonês.
A Nikka importou o primeiro alambique contínuo Coffey para o Japão. Essa belezinha tecnológica acabou se instalando na destilaria Miyagikyo, e se tornou um dos segredos da suavidade e complexidade dos blends japoneses.
No filme “Você Só Vive Duas Vezes”, o eterno Sean Connery (a.k.a. James Bond) aparece tomando Suntory. Foi a primeira aparição “hollywoodiana” do whisky japonês e ajudou a colocar o rótulo no radar internacional.
A Nikka estava com sede de expansão e construiu sua segunda destilaria, a Miyagikyo, em Sendai. Mais espaço, mais variedade, mais Japão destilado em garrafa.
A Suntory inaugurou a destilaria Hakushu, cercada pelas florestas de Honshu — uma das mais bonitas do mundo. No mesmo ano, a Kirin, em parceria com a Chivas Brothers e a Seagram, fundou a gigante Fuji Gotemba, com capacidade para produzir 12 milhões de litros por ano. É tão grande que parece cidade, não fábrica.
A Suntory lançou o primeiro single malt Yamazaki, que viria a se tornar um ícone global. Foi o momento em que o Japão deixou de ser promessa e virou referência.
A Nikka lançou o blend 'From the Barrel', que virou febre entre os fãs por sua potência e elegância. No mesmo ano, nasceu a Mars Shinshu, uma destilaria localizada nas montanhas de Nagano — altitude e excelência em harmonia.
A Nikka lançou o primeiro single malt Yoichi, e a Suntory lançou o lendário Hibiki, um blend refinado que conquistou o mundo com sua complexidade e garrafa icônica.
Mas nem tudo era festa: nesse mesmo ano, o Japão enfrentou o colapso da sua bolsa de valores, que afetaria diversos setores — inclusive o de bebidas.
A bolha dos preços dos ativos japoneses estourou e o país entrou em uma fase de estagnação econômica. Resultado? A indústria do whisky sofreu um baque daqueles, com a demanda despencando e as destilarias tentando sobreviver em meio à tempestade.
Sem mercado para absorver tanta produção, a destilaria Mars Shinshu, em Nagano, precisou fechar as portas. Foi um hiato triste para um nome que já era promissor na cena do whisky japonês.
A Suntory lançou o Hakushu Single Malt, direto das montanhas de Honshu, com aquele frescor de floresta e pureza de água de nascente. Era um sinal de que a qualidade continuava sendo prioridade, mesmo em tempos difíceis.
A lendária Karuizawa Distillery fechou definitivamente as portas. Em 2011, seus alambiques foram vendidos e, em 2016, o prédio foi demolido. Cada garrafa Karuizawa hoje vale quase como uma obra de arte – uma despedida que deixou saudades.
O Yoichi Single Cask 10 anos fez história ao vencer o título de “Melhor dos Melhores” na Whisky Magazine. Foi o primeiro whisky não escocês a receber essa honraria. Um marco para o Japão provar que jogava no time dos gigantes.
O filme Encontros e Desencontros trouxe Bill Murray brindando com Suntory e eternizou a frase: “Para momentos relaxantes, faça disso um momento Suntory Time.”. No mesmo ano, o Yamazaki 12 anos ganhou sua primeira Medalha de Ouro no International Spirits Challenge, colocando o Japão oficialmente no mapa do whisky premium.
A crescente demanda fez a Mars Shinshu reabrir suas portas. E, desta vez, ela voltou para ficar, surfando a onda da fama do whisky japonês.
O mundo inteiro olhou para o Japão quando o Yamazaki Sherry Cask 2013 foi eleito o “Whisky Mundial do Ano” na famosa Bíblia do Whisky, de Jim Murray. Esse prêmio foi praticamente a consagração global do whisky japonês.
A destilaria Hatozaki foi fundada pela mesma família que já era responsável pelo famoso saquê Akashi-Tai. Um novo nome no jogo, trazendo frescor e tradição para a cena do whisky japonês.
Um verdadeiro tesouro: uma garrafa de Yamazaki 55 anos, o whisky japonês mais antigo já lançado, foi vendida em um leilão da Bonhams, em Hong Kong, por nada menos que US$ 795.000. Recorde mundial!
No mesmo ano, Ian Chang (ex-Kavalan, Taiwan) anunciou o retorno da destilação em Karuizawa, reacendendo as esperanças dos fãs da lendária destilaria.
A Associação Japonesa de Fabricantes de Bebidas Alcoólicas e Licores lançou novas regras mais transparentes. Alguns blends famosos – incluindo o Nikka From the Barrel – deixaram de ser classificados como “whisky japonês” porque usavam destilados importados da Escócia ou Canadá. Foi um choque para muitos, mas um passo importante para manter a autenticidade do rótulo “Japanese Whisky”.
Ainda nesse ano, a gigante Fuji Gotemba começou oficialmente a exportar seus whiskies, expandindo ainda mais a presença do Japão no cenário global.
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